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1. PT1951175 - COCHLEAR IMPLANT

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[ PT ]
REIVINDICAÇÕES
1. Um implante coclear para melhorar a capacidade auditiva de um paciente que sofre de deficiência auditiva, compreendendo uma unidade interna de recepção (100) implantada no corpo, que compreende uma parte receptora (110) para receber um sinal externo, um eléctrodo activo (120a) e um eléctrodo de referência (120b), caracterizado por o eléctrodo activo (120a) ser construído com um fio eléctrodo único, em que o eléctrodo activo (120a) é construído com uma espessura gradualmente menor, em que o eléctrodo activo (120a) tem três regiões com diferentes espessuras, uma primeira região (I) directamente adjacente à parte receptora (110), uma segunda região (II) com uma espessura menor do que a da primeira região (I) e uma terceira região (III) com uma espessura menor do que a da segunda região (II), e em que a espessura da segunda região (II) é menor do que 0,5 mm.
2. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que a extremidade do eléctrodo activo (120a) está configurada para ser inserida no ducto timpânico de uma cóclea (360) e estimula directamente o gânglio espiral (365).
3. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que o eléctrodo activo (120a) da unidade interna de recepção (100) está configurado para ser inserido num espaço formado entre um osso mastóide (320) e a pele do canal auditivo (330).
4. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que o eléctrodo activo (120a) da unidade interna de recepção (100) é constituído por uma primeira região (I) adjacente à parte receptora (110), uma segunda região (II) que é mais curta do que a primeira região (I) e uma terceira região (III) que é mais curta do que a segunda região (II).
5. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que o eléctrodo de referência (120b) é mais curto do que o eléctrodo activo (120a).
6. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que a parte receptora (110) compreende uma bobina (112) para recepção do sinal eléctrico de estímulo do exterior e um íman (114) para fixação sem contacto com uma unidade externa.
7. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que pelo menos uma parte de cada um dos eléctrodos, activo (120a) e de referência (120b), é revestida com um material biocompatível.
8. O implante coclear como definido na reivindicação 7, em que as diferentes espessuras da primeira região (I), da segunda região (II) e da terceira região (III) são configuradas mediante o controlo da espessura do material biocompatível.
9. O implante coclear como definido na reivindicação 1, em que a parte receptora (110) está protegida por uma caixa biocompatível e o interior da caixa é cheio com silicone.
10. O implante coclear como definido na reivindicação 1, ainda compreende: uma unidade de processamento de som (200) que compreende um processador de sinal para a transformação de um sinal de som exterior num sinal eléctrico e um transmissor para transmitir o sinal, numa onda electromagnética, à unidade interna de recepção.
11. O implante coclear como definido na reivindicação 10, em que a extremidade do eléctrodo activo (120a) entra em contacto com o gânglio espiral (365) de uma cóclea (360).
12. O implante coclear como definido na reivindicação 10, em que o eléctrodo activo (120a) da unidade interna de recepção (100) é inserido num espaço formado entre um osso mastóide (320) e uma pele de canal auditivo (330).
13. O implante coclear como definido na reivindicação 10, em que a unidade interna de recepção (100) e a unidade de processamento de som (200) são fixadas uma à outra por atracção magnética sem contacto.
14. O implante coclear como definido na reivindicação 10, o qual compreende ainda uma fonte de alimentação externa (280) electricamente ligada à unidade de processamento de som (200).
Lisboa,  26 de Março de 2012